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Informação Turística de Excelência é na ESHTE

 

 

Pergunte-se a qualquer cidadão, nacional ou estrangeiro, e o termo “Estoril” será sempre reconhecido como sinónimo de requinte, luxo, cosmopolitismo, honra granjeada há um século de existência da estância e ainda hoje aproveitada pelo torneio de ténis ATP, o Estoril Open, que se realiza na Primavera nos courts anexos ao Campus escolar.

 

Até 1914 o Estoril era conhecido como Vale de Santo António, uma vasta área de pinhal que se estendia do sopé da Serra de Sintra rumo à Baía de Cascais, cujas excelentes iniciativas de planificação, urbanização e promoção seguintes se deveram ao empresário Fausto Figueiredo (cuja estátua enobrece os jardins do Casino).

 

O “Projecto Estoril” revolucionaria a prática do serviço turístico em Portugal, de se entender este fenómeno civilizacional e de se promover a imagem de uma estância requintada que se consolidaria graças a acessibilidades modernas, unidades hoteleiras e repastos de fôlego cosmopolitas, eventos de animação (cultural e desportiva) e ambiente seletos, dignos do glamour de Nice, Cannes e Mónaco.

 

No Verão de 1930, e movido pelo gosto de promover a “menina dos seus olhos”, foi o próprio fundador da estância, Fausto Figueiredo, quem guiou o contingente de jornalistas que percorreu o Hotel Palácio na véspera da inauguração. O sucesso da inesperada estratégia promocional pode ser lido nos periódicos desse longínquo mês de agosto. Estava, assim, lançado o mote para, décadas mais tarde, surgir nesta área outro equipamento pioneiro em Portugal, mas agora de cariz público: a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como um dos cursos ligados à sua génese, o de Informação Turística.

 

Esta licenciatura forma futuros “embaixadores” da Cultura, do Património e da Identidade nacionais, pelo que a honrosa responsabilidade individual começa no momento da escolha deste curso: podemos contar consigo para continuar a dignificar a imagem de Portugal? Aqui o esperamos! Será bem acolhido entre nós!

 

O curso de Informação Turística apresenta um plano de estudos no qual se incluem unidades curriculares como Línguas Estrangeiras (devendo o candidato escolher dois dos cinco idiomas lecionados), História de Portugal, História de Arte, Cultura Portuguesa, Geografia, Relações Interpessoais, Técnicas de Comunicação, Tecnologias de Informação, Negócios Turísticos, Marketing, entre outros.

 

A vertente institucional de matriz superior politécnica é percetível em disciplinas como Estágios e Prática Profissional. Além das visitas de estudo incluídas nesta última, os estudantes realizam também viagens de uma semana ao Sul e ao Centro-Norte do país, contactando in loco com património natural e cultural ao longo do território, sem esquecer equipamentos e novidades associados à dinâmica oferta do sector.

 

Ao longo dos três anos de formação superior, os graduados em Informação Turística adquirem competências linguísticas, (inter)culturais, comunicativas, interpretativas e sociais, de excelência, que lhes permitem, após o termo de cada ano letivo, rápida inserção no mercado de trabalho, o qual acolhe com avidez estes licenciados com formação inigualável a nível nacional. Vários são os estudantes que, ao fim do 2.º ano (e na senda do 2.º estágio), por se destacarem graças ao rigor da formação superior, são, de imediato, convidados a prolongar a colaboração no mercado laboral.

 

Os perfis profissionais diretamente identificados são os de Guia-Intérprete, Promotor Turístico e autor de conteúdos no âmbito da Informação Turística Digital.

 

Mas não só!

 

A versatilidade dos estudantes e dos licenciados é demonstrada na escolha plural de estágios e de postos laborais dentro do sector turístico. Estes são preferidos por uma panóplia de entidades empregadoras, desde entidades locais e regionais nos âmbitos da cultura e do turismo (em palácios, museus, autarquias, entre outros) a agências de viagens e operadores turísticos, de companhias aéreas a empresas de cruzeiros, de departamentos de vendas, reservas e eventos em unidades hoteleiras a empresas de animação. E se muitos licenciados em Informação Turística acolhem com grande sentido de hospitalidade visitantes nacionais e internacionais em solo português, há ainda outros que rumam a paragens de distintas extensões quilométricas, obtendo igual sucesso profissional.

 

Desenganem-se os distraídos: não há Turismo sem Comunicação!

 

Não há Turismo sem Promoção!

 

Não há Turismo sem Informação Turística!

 

E Informação Turística de excelência é na ESHTE!

 

Ao longo de cada ano letivo, a proatividade desta licenciatura é revelada nas notícias de visitas, viagens de estudo e eventos adicionais que poderão ser recuperados pelo leitor deste documento através da consulta no website da ESHTE.

 

A transversalidade da formação superior e cívica em causa inclui ainda o acolhimento de oradores externos ligados ao Trade (alguns dos quais alumni da ESHTE), além de actividades como o Crowdfunding que, em 2018 e no corrente ano de 2019, nos aproximaram das boas práticas de recuperação de património português e do Museu Nacional de Arte Antiga.

 

A licenciatura em Informação Turística (IT) prima ainda pelo quadro humano de docentes com formação e experiência profissional na área em causa, o que explica a maioria das visitas extracurriculares serem realizadas por esses professores, cujo ADN se mantém inalterado. É que, uma vez, IT, sempre IT, sempre em prol da Identidade portuguesa!

 

Ao contrário do que se julga, nem todos nascem para trabalhar em Informação Turística. E se a liberalização do sector isso deu a entender, levando a Oferta a crescer face à incessante Procura, a verdade é que a Qualidade nem sempre se manteve nos indivíduos que foram redefinindo carreiras rumo à atividade turística.

 

Daí a importância da formação nesta licenciatura de excelência da ESHTE, onde há profissionais formados e certificados que, embora já não se mantendo no contacto direto com o cliente turístico, preservam laços com demais colegas no ativo e são agora elementos fundamentais ao aperfeiçoamento dos “diamantes em bruto” que, a cada ano letivo, ingressam na ESHTE, após serem selecionados pelas autoridades nacionais públicas, para frequentar o curso.

 

Em regime politécnico não se forma com base apenas em abstrações e modelos teóricos; a teoria tem o seu lugar, sim, mas exige aplicabilidade concreta, exemplificativa e é nela que cada estudante descobre em si a capacidade de gerir conflitos, ultrapassar obstáculos e buscar soluções inovadoras, recorrendo às soft skills hoje tão elevadas como trunfo da Humanidade no contexto tecnológico-laboral do Amanhã.

 

Depois de aceder ao website da ESHTE, desafie-se o leitor a aceder ao separador deste curso, onde encontrará dois links iniciais que complementarão o seu conhecimento (aceda a ambos e surpreenda-se!). Poderá ler ainda dados gerais como plano de estudos, número de vagas para o regime diurno do curso (por ora o único oferecido), provas específicas de acesso e médias do ano anterior.

 

Mas seja arrojado! Aceda ao YouTube e seja cativado pelos dois vídeos que os finalistas dos mais recentes contingentes de Informação Turística elaboraram para promover o curso, tendo como base os três anos de formação que aqui lhes deram asas para os altos voos que o mundo laboral começou já a facultar-lhes. A saber: https://www.youtube.com/watch?v=1Z-h-Bwibb4&t=4s

 

O curso de Informação Turística da ESHTE é a licenciatura cujo plano de estudos respeita várias orientações emanadas da Norma Europeia EN 15565 (de 7 de Fevereiro 2008) quanto à formação de Guias-Intérpretes, reforçando a primazia da qualidade deste serviço turístico no espaço europeu.

 

É ainda o único curso que celebra o Dia Internacional do Guia-Intérprete, efeméride comemorada a 21 de fevereiro, desde 1990, por iniciativa da World Federation of Tourist Guide Associations (WFTGA).

 

Informação Turística de excelência é na ESHTE.

 

Tem dúvidas?

 

Taxa de empregabilidade relativa a 2018: 96.5% (Fonte: Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES).

 

 

Cristina Carvalho

Guia-Intérprete Nacional formada pela ESHTE (1992/1995 & 1999/2001)

Doutorada em História pela Universidade de Lisboa

Diretora da Licenciatura em Informação Turística