Gestão Turística

Diretor de curso 
Prof. Doutora Rita Peres
 
 
A licenciatura de Gestão Turística confere competências no que respeita aos saberes teóricos, técnicos e operacionais que permitam uma intervenção pró-ativa no sistema turístico, tanto ao nível do seu desenvolvimento, como ainda do funcionamento das estruturas empresariais e territoriais, bem como da forma de operacionalizar os produtos turísticos.
Este curso divide-se, a partir do 3.º semestre, em dois ramos:
  • Gestão de Empresas Turísticas, que atribui aos seus diplomados a prática de funções de gestão de empresas turísticas, como administração e direção de departamentos de planeamento e controlo de gestão, marketing, gestão comercial, gestão de recursos humanos e gestão da qualidade;
  • Gestão de Produtos Turísticos, que habilita os alunos graduados aos níveis da conceção e gestão de produtos turísticos, planeamento e desenvolvimento de destinos turísticos, entre outras.
 
Enquadramento legal
Curso estabelecido pelo Despacho n.º 18161-D/2007

Vagas
60 (horário diurno) + 45 (horário pós-laboral)
 
Saídas profissionais
Organização e gestão de eventos em diferentes empresas e instituições; direção de departamentos comerciais em empreendimentos hoteleiros; direção de empresas de cruzeiros; cargos de direção em instituições públicas nacionais, regionais e locais; gestão e operacionalização de produtos turísticos em empresas turísticas, como agências de viagens, operadores turísticos, rent-a-car e transportadoras aéreas.

Condições de acesso
O acesso ao curso de Gestão Turística pode ser efectuado por quatro diferentes formas:
 
1) Pelo Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, em que os candidatos titulares do 12.º ano de escolaridade serão sujeitos a provas de ingresso numa das seguintes disciplinas:
 
  • 16 – Matemática ou 04 – Economia ou 09 – Geografia
 
Médias dos últimos colocados | ano letivo 2017/2018:  
1.ª FASE
Regime diurno – 150,4 valores
Regime pós-laboral – 136,6 valores
 
2.ª FASE
Regime diurno – 146,8 valores
Regime pós-laboral – 136,8 valores
 
3.ª FASE
Regime diurno – 151,2 valores
Regime pós-laboral – 144,8 valores
 
Cálculo da nota de candidatura: 60% média do ensino secundário + 40% nota da prova de ingresso
Classificações mínimas: nota de candidatura – 95 pontos | nota da prova de ingresso – 95 pontos  
 
Cursos com acesso preferencial para 2015/2016 (30% das vagas):
Códigos: P91, P92, 717, S56, 778, T52
 
2) Pelos Regimes Especiais, que incluem os candidatos que se encontram abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 393-A/99, de 2 de outubro, tais como atletas de alta competição, nacionais de países africanos de língua oficial portuguesa e militares
 
3) Pelos Concursos Especiais, que abarcam os candidatos que se encontram abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 393-B/99, de 2 de outubro, titulares de cursos superiores e alunos proveniente do ensino superior estrangeiro

4) Pelo Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 23 anos, ao abrigo das condições previstas no Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março.
 
 
AVALIAÇÃO DO CURSO 
 
Estatutos ESHTE 2009, Diário da República, 2.ª série, N.º 168 – 1 de Set. 2008: CAPÍTULO VI, SUBCAPÍTULO IV, Artigo 58.º
1 – Anualmente será elaborado pelo diretor de cada curso um relatório síntese das atividades do curso.
2 – Os relatórios anuais de avaliação dos cursos deverão ser objeto de apreciação pelo Conselho Técnico-Científico e pelo Conselho Pedagógico e enviados até ao dia 1 de março do ano subsequente ao ano letivo a que se reportam.
 

 

Comissão Pedagógica de Curso

Estatutos ESHTE 2009, Diário da República, 2.ª série, N.º 168 – 1 de setembro 2008: CAPÍTULO VI, SUBCAPÍTULO IV, Artigo 57.º
 
1 – A Comissão Pedagógica de curso será constituída pelo Diretor de Curso, que preside, pelos estudantes delegados das turmas do curso, pelos coordenadores das áreas científicas das unidades curriculares do curso e pelo docente e pelos discentes representantes do curso no Conselho Pedagógico. Sempre que necessário o diretor de curso pode solicitar a colaboração de outros estudantes e docentes do curso.
2 – O estudante delegado de turma é eleito pelo conjunto dos estudantes matriculados e inscritos na respetiva turma.
3 – Compete à Comissão Pedagógica de curso:
  a) Dar parecer sobre todos os assuntos para que seja consultada;
  b) Coordenar as metodologias de avaliação de conhecimentos das unidades curriculares do curso, garantindo que são cumpridos os objetivos de ensino/aprendizagem;
  c) Servir de primeira instância na resolução de conflitos de caráter pedagógico que surjam no âmbito do curso ou turma, sem prejuízo das competências do Conselho Pedagógico nesta matéria;
  d) Colaborar na elaboração dos relatórios anuais de avaliação do curso;
  e) Colaborar nas atividades de tutoria do respetivo curso.
 
 
Comissão Científica do Curso

Estatutos ESHTE 2009, Diário da República, 2.ª série, N.º 168 – 1 de setembro 2008: CAPÍTULO VI, SUBCAPÍTULO III, Artigo 56.º
 
1 – A Comissão Científica do curso é constituída pelo diretor do curso, que preside, e pelos coordenadores das áreas científicas das unidades curriculares que constituem o curso.
2 – Compete à Comissão Científica:
  a) Dar parecer sobre todos os assuntos para que seja consultada;
  b) Colaborar na elaboração das propostas de numerus clausus e das regras de ingresso no curso;
  c) Colaborar na preparação das propostas de alteração do plano de estudos do curso a submeter ao Conselho Técnico-Científico;
  d) Participar na coordenação dos programas das unidades curriculares do curso, garantindo o seu bom funcionamento;
  e) Colaborar na coordenação dos objetivos de aprendizagem das diversas unidades curriculares que concorrem para os objetivos de formação definidos no curso;
  f) Colaborar na elaboração dos relatórios anuais de avaliação do curso.
3 – A Comissão Científica de curso reúne pelo menos duas vezes por semestre.