Gestão Turística

Diretor de curso (em funções até ao dia 16 de setembro de 2018)
Prof. Doutora Rita Peres
 
Diretor de curso (início de funções em 17 de setembro de 2018)
Prof. Doutor João Reis
Gabinete: 23
 
A licenciatura de Gestão Turística confere competências no que respeita aos saberes teóricos, técnicos e operacionais que permitam uma intervenção pró-ativa no sistema turístico, tanto ao nível do seu desenvolvimento, como ainda do funcionamento das estruturas empresariais e territoriais, bem como da forma de operacionalizar os produtos turísticos.
Este curso divide-se, a partir do 3.º semestre, em dois ramos:
  • Gestão de Empresas Turísticas, que atribui aos seus diplomados a prática de funções de gestão de empresas turísticas, como administração e direção de departamentos de planeamento e controlo de gestão, marketing, gestão comercial, gestão de recursos humanos e gestão da qualidade;
  • Gestão de Produtos Turísticos, que habilita os alunos graduados aos níveis da conceção e gestão de produtos turísticos, planeamento e desenvolvimento de destinos turísticos, entre outras.
 
Enquadramento legal
Curso estabelecido pelo Despacho n.º 18161-D/2007
 
Acreditação do ciclo de estudos
GT: acreditado em 24/01/2014 - mais em www.a3es.pt
GT (pós-laboral): acreditado em 07/02/2014 - mais em www.a3es.pt

Vagas
60 (horário diurno) + 43 (horário pós-laboral)
 
Saídas profissionais
Organização e gestão de eventos em diferentes empresas e instituições; direção de departamentos comerciais em empreendimentos hoteleiros; direção de empresas de cruzeiros; cargos de direção em instituições públicas nacionais, regionais e locais; gestão e operacionalização de produtos turísticos em empresas turísticas, como agências de viagens, operadores turísticos, rent-a-car e transportadoras aéreas.

Condições de acesso
O acesso ao curso de Gestão Turística pode ser efectuado por quatro diferentes formas:
 
1) Pelo Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, em que os candidatos titulares do 12.º ano de escolaridade serão sujeitos a provas de ingresso numa das seguintes disciplinas:
 
  • 16 – Matemática ou 04 – Economia ou 09 – Geografia
 
Médias dos últimos colocados | ano letivo 2017/2018:  
1.ª FASE
Regime diurno – 150,4 valores
Regime pós-laboral – 136,6 valores
 
2.ª FASE
Regime diurno – 146,8 valores
Regime pós-laboral – 136,8 valores
 
3.ª FASE
Regime diurno – 151,2 valores
Regime pós-laboral – 144,8 valores
 
Cálculo da nota de candidatura: 60% média do ensino secundário + 40% nota da prova de ingresso
Classificações mínimas: nota de candidatura – 95 pontos | nota da prova de ingresso – 95 pontos  
 
Cursos com acesso preferencial para 2018/2019 (30% das vagas):
Códigos: P91, P92, 717, S56, 778, T52
 
2) Pelos Regimes Especiais, que incluem os candidatos que se encontram abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 393-A/99, de 2 de outubro, tais como atletas de alta competição, nacionais de países africanos de língua oficial portuguesa e militares
 
3) Pelos Concursos Especiais, que abarcam os candidatos que se encontram abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 393-B/99, de 2 de outubro, titulares de cursos superiores e alunos proveniente do ensino superior estrangeiro

4) Pelo Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 23 anos, ao abrigo das condições previstas no Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março.
 
 
AVALIAÇÃO DO CURSO 
 
Estatutos ESHTE 2009, Diário da República, 2.ª série, N.º 168 – 1 de Set. 2008: CAPÍTULO VI, SUBCAPÍTULO IV, Artigo 58.º
1 – Anualmente será elaborado pelo diretor de cada curso um relatório síntese das atividades do curso.
2 – Os relatórios anuais de avaliação dos cursos deverão ser objeto de apreciação pelo Conselho Técnico-Científico e pelo Conselho Pedagógico e enviados até ao dia 1 de março do ano subsequente ao ano letivo a que se reportam.
 

 

Comissão Pedagógica de Curso

Estatutos ESHTE 2009, Diário da República, 2.ª série, N.º 168 – 1 de setembro 2008: CAPÍTULO VI, SUBCAPÍTULO IV, Artigo 57.º
 
1 – A Comissão Pedagógica de curso será constituída pelo Diretor de Curso, que preside, pelos estudantes delegados das turmas do curso, pelos coordenadores das áreas científicas das unidades curriculares do curso e pelo docente e pelos discentes representantes do curso no Conselho Pedagógico. Sempre que necessário o diretor de curso pode solicitar a colaboração de outros estudantes e docentes do curso.
2 – O estudante delegado de turma é eleito pelo conjunto dos estudantes matriculados e inscritos na respetiva turma.
3 – Compete à Comissão Pedagógica de curso:
  a) Dar parecer sobre todos os assuntos para que seja consultada;
  b) Coordenar as metodologias de avaliação de conhecimentos das unidades curriculares do curso, garantindo que são cumpridos os objetivos de ensino/aprendizagem;
  c) Servir de primeira instância na resolução de conflitos de caráter pedagógico que surjam no âmbito do curso ou turma, sem prejuízo das competências do Conselho Pedagógico nesta matéria;
  d) Colaborar na elaboração dos relatórios anuais de avaliação do curso;
  e) Colaborar nas atividades de tutoria do respetivo curso.
 
 
Comissão Científica do Curso

Estatutos ESHTE 2009, Diário da República, 2.ª série, N.º 168 – 1 de setembro 2008: CAPÍTULO VI, SUBCAPÍTULO III, Artigo 56.º
 
1 – A Comissão Científica do curso é constituída pelo diretor do curso, que preside, e pelos coordenadores das áreas científicas das unidades curriculares que constituem o curso.
2 – Compete à Comissão Científica:
  a) Dar parecer sobre todos os assuntos para que seja consultada;
  b) Colaborar na elaboração das propostas de numerus clausus e das regras de ingresso no curso;
  c) Colaborar na preparação das propostas de alteração do plano de estudos do curso a submeter ao Conselho Técnico-Científico;
  d) Participar na coordenação dos programas das unidades curriculares do curso, garantindo o seu bom funcionamento;
  e) Colaborar na coordenação dos objetivos de aprendizagem das diversas unidades curriculares que concorrem para os objetivos de formação definidos no curso;
  f) Colaborar na elaboração dos relatórios anuais de avaliação do curso.
3 – A Comissão Científica de curso reúne pelo menos duas vezes por semestre.